Associados do Instituto Dakila provenientes de diversas partes do Brasil estiveram reunidos em Corguinho (MS), município que abriga a Cidade Zigurats e funciona como polo central do ecossistema de pesquisa, tecnologia e educação que o instituto construiu ao longo dos últimos anos.
O fato de membros espalhados pelo país convergirem para o interior do Mato Grosso do Sul diz algo sobre a natureza desse projeto: sua base de apoio não é local nem regional — é nacional. Boa parte de quem financia e acompanha iniciativas como o CICTEC, o observatório astronômico, a AgroDakila e o desenvolvimento do eVTOL SkyRos vive longe de Corguinho e depende de momentos como esse para ver, de perto, o que está sendo construído.
Presença física que renova o vínculo com o projeto coletivo
Encontros presenciais entre associados e o núcleo operacional do ecossistema cumprem uma função que nenhum relatório ou transmissão ao vivo substitui: permitem que quem sustenta o projeto experiencie diretamente o território, as instalações e o estágio real das pesquisas em andamento. É o momento em que a ideia de comunidade deixa de ser abstrata.
A força de um ecossistema de pesquisa se mede menos pelo que produz em laboratório e mais pela comunidade que decide, juntos, continuar construindo.
Para Corguinho, receber associados de múltiplos estados reforça algo raro no interior do Brasil: a consolidação de um pequeno município sul-mato-grossense como endereço de referência para um movimento de ciência, tecnologia e inovação com abrangência nacional. O que acontece ali não é apenas local — irradia para onde quer que estejam os homens e mulheres que escolheram fazer parte disso.