A grande estrela da CES 2026 foi a “physical AI” — modelos que entendem o mundo real, raciocinam e planejam ações. É um passo decisivo: a inteligência artificial sai da conversa de tela e aprende a operar no domínio físico.
Os humanoides chegaram para ficar
A LG apresentou o robô CLOiD, base da sua visão de um “lar com zero trabalho doméstico”. A Sharpa estreou o humanoide North, com uma mão robótica de articulação quase humana, e a NEURA Robotics mostrou seu humanoide 4NE1. O recado da feira: o corpo da IA está sendo construído agora.
Por uma década falamos com a IA. Em 2026, começamos a vê-la levantar, pegar e fazer.
Longevidade entra na pauta
A CES 2026 também colocou robótica e tecnologia de longevidade lado a lado, sinalizando um mercado em que máquinas assistivas e saúde de precisão convergem. Para o cuidado com idosos e a inclusão de pessoas com deficiência, o impacto social é tão grande quanto o tecnológico.